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	<title>ADVB-PR</title>
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		<title>Workshop de Marcas ADVB</title>
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		<pubDate>Thu, 29 Jul 2010 13:49:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Eventos]]></category>

		<category><![CDATA[comunicação integrada]]></category>

		<category><![CDATA[marketing]]></category>

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		<description><![CDATA[A segunda edição do Workshop de Marcas ADVB acontece no próximo dia 12. O evento contará com presença dos principais nomes da área no Brasil. 
No dia 12 de agosto, a ADVB-PR (Associação dos Dirigentes de Vendas e Marketing do Brasil – Seção Paraná) realiza a segunda edição do Workshop de Marcas. O evento acontecerá [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>A segunda edição do Workshop de Marcas ADVB acontece no próximo dia 12. O evento contará com presença dos principais nomes da área no Brasil. </strong></p>
<p>No dia 12 de agosto, a ADVB-PR (Associação dos Dirigentes de Vendas e Marketing do Brasil – Seção Paraná) realiza a segunda edição do Workshop de Marcas. O evento acontecerá no Estação Embratel Convention Center, em Curitiba. Para debater o tema, a instituição está trazendo o sócio-fundador da Brand Analytics Consultoria de Marca, Eduardo Tomiya, o diretor do Grupo Proxxima (Meio &amp; Mensagem), Pyr Marcondes, e o gerente de imagem corporativa e marcas da Petrobras, Eduardo Felberg.</p>
<p>Após o sucesso da edição de 2009, a instituição quer aprofundar ainda mais o debate dobre o assunto, utilizando como mote “a diferença entre as marcas e as marcas de sucesso”. Entre os temas abordados estarão “Valor de Marcas”, “Gestão de Marcas no Mundo Digital” e “Desafios da Internalização”.</p>
<p>Para o presidente da ADVB-PR, Rodrigo Florenzano, este é um dos temas mais relevantes da comunicação e do marketing atualmente. “A gestão das marcas pode determinar o sucesso ou o fracasso de uma empresa. Durante o evento vamos discutir como alcançar objetivos fazendo uso de uma gestão estratégica e adequada de marca”, destaca.</p>
<p>Cada palestra vai durar cerca de uma hora. Ao final do evento será servido um almoço, com o objetivo de promover “networking” entre os participantes. As vagas são limitadas e os ingressos custam R$ 35,00 para associados da ADVB e R$ 70,00 para não-associados.</p>
<p><strong>Programação:</strong><br />
8h – Welcome Coffee<br />
9h – Palestra “Valor das Marcas”, com Eduardo Tomiya;<br />
10h – Palestra “Gestão de Marcas no Mundo Digital”, com Pyr Marcondes;<br />
11h – Palestra “Desafios da Internalização e Impacto na Gestão da Marca Petrobras”, com Eduardo Felberg<br />
12h30 – Almoço de encerramento</p>
<p><strong>Serviço:</strong><br />
Dia – 12 de agosto, a partir das 8h<br />
Local – Estação Business School– R. Sete de Setembro, 2.775 - Centro<br />
Informações: (41) 3085-3124 ou advbpr@advbpr.com.br<br />
Ingressos: R$ 35,00 para associados e R$ 70,00 para não-associados</p>
<p style="text-align: center;"><img class="size-medium wp-image-586 aligncenter" title="workshop_marcas" src="http://www.advbpr.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/07/workshop_marcas-300x111.jpg" alt="workshop_marcas" width="300" height="111" /></p>
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		<title>Não dê motivos</title>
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		<pubDate>Tue, 20 Jul 2010 16:32:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bernt Entschev</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

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		<description><![CDATA[Assunto polêmico, porém de grande importância, são as questões que envolvem as demissões por justa causa. A verdade é que há muitos profissionais que acreditam que, por a lei quase sempre pender favoravelmente para o empregado, podem fazer o que bem entender dentro da organização. Mas, não é bem assim. A Consolidação das Leis do [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt; text-indent: 35.4pt; text-align: justify;"><span style="font-size: small; font-family: Calibri;">Assunto polêmico, porém de grande importância, são as questões que envolvem as demissões por justa causa. A verdade é que há muitos profissionais que acreditam que, por a lei quase sempre pender favoravelmente para o empregado, podem fazer o que bem entender dentro da organização. Mas, não é bem assim. A Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), quando iniciou sua vigência, tinha a intenção de trazer para o trabalhador alguns direitos capazes de respaldá-los para uma melhor vida profissional. Mas não dá pra viver só de flores e a CLT também definiu uma série de deveres aos trabalhadores, dentre elas as proibições que configuram uma demissão por justa causa. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt; text-align: justify;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Calibri;"><span style="mso-tab-count: 1;">                </span>Posso citar aqui quais são elas, porém acredito que o mais importante não sejam as proibições em si, mas o efeito devastador que elas ocasionam na carreira de qualquer profissional. Por isso, apego-me às questões de manutenção de imagem e preocupação com o desenvolvimento profissional, aspectos fundamentais para o sucesso. Afinal, qual é o profissional que quer ser conhecido no seu campo de atuação como aquele que vai trabalhar bêbado e que não pode ver um “rabo de saia”?</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt; text-align: justify;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Calibri;"><span style="mso-tab-count: 1;">                </span>Não é novidade pra ninguém, por exemplo, que furtos, agressões físicas e verbais, dentre outras atitudes incompatíveis com a ética e moral, podem resultar em prisão para as pessoas que as executam. E, obviamente, a demissão por justa causa é inevitável. Porém, alguns profissionais insistem em cometer atos aparentemente inocentes, sem pensar nas consequências disso ao longo de anos. </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt; text-align: justify;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Calibri;"><span style="mso-tab-count: 1;">                </span>Um exemplo disso é aquela pessoa que vive se envolvendo emocionalmente com seus colegas de trabalho. Quando a empresa permite e quando a própria pessoa “assediada” não se importa, tudo bem. O problema é quando esse costume vai além dos padrões estipulados pelas empresas e, o pior, quando esse profissional migra para outra organização que não aceita esse tipo de conduta entre seus funcionários e já acostumado com manias antigas, acaba cometendo os mesmos erros. Infelizmente a marca da pessoa fica e em seu novo emprego acaba sendo taxado e prejulgado pelas outras coisas que já cometeu.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt; text-align: justify;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Calibri;"><span style="mso-tab-count: 1;">                </span>O mesmo vale, e se agrava, para o demitido por justa causa. Seja lá qual for o motivo dessa demissão, e por menos grave que ela seja, a rotulação o seguirá por toda a sua carreira. Seus futuros empregadores saberão dos motivos pelos quais ele fora demitido em certa ocasião e ficarão de olho em suas atitudes de forma redobrada. E, o que considero ainda pior, algumas pessoas desconfiarão de suas atitudes, mesmo que sua pretensão seja não repetir os erros do passado. </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt; text-align: justify;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Calibri;"><span style="mso-tab-count: 1;">                </span>Por isso, a minha recomendação é o máximo de disciplina possível. Lembre-se, você está em seu ambiente de trabalho e não em casa, por isso, as regras que valem são as da organização e não as suas. O máximo de cautela ainda é muito pouco. Cuidar com a forma de tratar aos colegas, deixar as brincadeiras para hora e local adequado, evitar se envolver emocionalmente com outros funcionários e respeitar os segredos da empresa, são algumas das precauções que todos devem tomar para evitar que a empresa tenha subsídios para lhe demitir justamente. </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt; text-align: justify;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Calibri;"><span style="mso-tab-count: 1;">                </span>Se pararmos para pensar, são atitudes que dizem respeito, em sua maioria, aos bons modos e costumes. Muitos dos atos considerados como justa causa são muito mais condizentes com educação do que qualquer outra coisa. </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt; text-align: justify;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Calibri;"><span style="mso-tab-count: 1;">                </span>Em contrapartida, os gestores que enfrentam esse tipo de problema, precisam ficar atentos a essas infrações. Muitas vezes, passamos informações erradas aos nossos colaboradores, simplesmente pela nossa forma de agir, e deixamos com que eles se sintam à vontade para cometer tais feitos. Por isso, é prudente ter cuidado com os sinais que passamos aos nossos subordinados. Dar o bom exemplo é o primeiro passo para evitar algumas situações desagradáveis. E se mesmo sendo modelo, não adiantar, a melhor forma de alertá-lo sobre sua má conduta é conversando reservadamente, com calma e escolhendo bem as palavras. Como citei anteriormente, as leis estão quase sempre mais pendentes para os empregados. Se eles erram, e o superior abusa do seu poder para corrigi-los, o feitiço pode virar contra o feiticeiro. </span></span></p>
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		<title>Workshop discute integridade no mercado de trabalho</title>
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		<pubDate>Fri, 16 Jul 2010 13:56:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Eventos]]></category>

		<category><![CDATA[ADVB]]></category>

		<category><![CDATA[negócios]]></category>

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		<description><![CDATA[Relações pautadas pela ética, honestidade e responsabilidades são cada vez mais buscadas pela sociedade atual. E a busca por esses valores também faz parte do universo corporativo. As empresas reconhecem que a integridade ultrapassou a esfera do caráter do profissional apenas. Ela pode trazer rentabilidade aos seus negócios.
Com o objetivo de aprofundar as discussões sobre [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: left;">Relações pautadas pela ética, honestidade e responsabilidades são cada vez mais buscadas pela sociedade atual. E a busca por esses valores também faz parte do universo corporativo. As empresas reconhecem que a integridade ultrapassou a esfera do caráter do profissional apenas. Ela pode trazer rentabilidade aos seus negócios.</p>
<p style="text-align: left;">Com o objetivo de aprofundar as discussões sobre este tema e como ele pode estar alinhado aos negócios das empresas, a ADVB, FAE, FIEP e RPC trazem para Curitiba o “Workshop Integridade. Um Mercado em Crescimento”, que será apresentado por três doutores da área, reconhecidos mundialmente: Pierre Jean Eveart, Peter Rea e Alan Kolp. Esse é um evento único que discute um tema estratégico para todas as empresas.</p>
<p style="text-align: left;">O workshop é destinado aos profissionais que queiram descobrir como aplicar os princípios da integridade no ambiente de trabalho, hoje um dos mais competitivos. Durante a apresentação esses profissionais poderão tirar dúvidas, trocar experiências e opiniões. O evento terá tradução simultânea e toda renda será revertida para a Pastoral da Criança do Paraná.</p>
<p style="text-align: left;"><strong>Sobre os palestrantes:</strong></p>
<p style="text-align: left;"><strong></strong><strong>Dr. Pierre Jean Eveart</strong></p>
<p><center><strong><img class="size-medium wp-image-547 aligncenter" title="p-j-everaert-pic-for-publication" src="http://www.advbpr.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/07/p-j-everaert-pic-for-publication-214x300.jpg" alt="p-j-everaert-pic-for-publication" width="128" height="180" /></strong></center></p>
<p style="text-align: left;">Chairman Honorário do Conselho Diretivo do AB Inbev. Foi vice-presidente da Philips Eletrônicos NV na Holanda, eleito líder em Comunicação Finaceira da Amsterdam Stock Exchange e Homem de Negócios do Ano na Holanda.</p>
<p><strong>Dr. Peter Rea</strong></p>
<p><center><img class="size-medium wp-image-560 aligncenter" title="rea" src="http://www.advbpr.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/07/rea-206x300.jpg" alt="rea" width="124" height="180" /></center><br />
É professor de Business e Empreendedorismo e Chair do Departamento de Inovação e Desenvolvimento do Baldwin-Wallace College e autor de diversos livros. Em seu trabalho, estabeleceu parcerias com corporações e universidades do Brasil, Japão, Índia e China.</p>
<p style="text-align: left;"><strong>Dr. Alam Kolp<br />
</strong></p>
<p><center><strong><img class="size-medium wp-image-564 aligncenter" title="alan-kolp" src="http://www.advbpr.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/07/alan-kolp-214x300.jpg" alt="alan-kolp" width="128" height="180" /></strong></center><br />
Professor de Religião no Baldwin-Wallace College e detentor da Mall Chair na Faith &amp; Life da instituição. Titulou-se na Guilford College, Harvard Divinity School e realizou seu doutorado na Harvard University.</p>
<p style="text-align: left;"><strong>SERVIÇO:</strong><strong> EVENTO COM TRADUÇÃO SIMULTÂNEA</strong><br />
Evento: Workshop Integridade. Um Mercado em Crescimento<br />
Data: 26 de julho de 10       <br />
Horário: das 8h30 às 12h<br />
Local: Cietep – salão principal Mário de Mari (avenida Comendador Franco, 1341)<br />
Ingressos: R$ 150,00 e R$ 75,00 para associados ADVB, alunos e ex-alunos FAE, Clube do Assinante Gazeta do Povo, associados e filiados FIEP.<br />
Informações e reservas: (41) 3085-3124 e <a href="mailto:secretaria@advbpr.com.br " target="_blank">secretaria@advbpr.com.br </a></p>
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		<title>Cuide de seus talentos</title>
		<link>http://www.advbpr.com.br/blog/cuide-de-seus-talentos/</link>
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		<pubDate>Mon, 21 Jun 2010 13:10:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bernt Entschev</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

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		<description><![CDATA[
 
                Tenho me preocupado muito com a forma com que os gestores têm agido com seus profissionais, principalmente, aqueles com muito tempo de casa. Trabalho com Capital Humano e sei o quanto é importante reconhecer nossos talentos. Infelizmente, porém, algumas empresas mais retrógradas não agem como se as pessoas que ali trabalham, fossem, de fato, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt; text-align: center;" align="center">
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt; text-align: justify;"> </p>
<p><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Calibri;"><span style="mso-tab-count: 1;">                </span>Tenho me preocupado muito com a forma com que os gestores têm agido com seus profissionais, principalmente, aqueles com muito tempo de casa. Trabalho com Capital Humano e sei o quanto é importante reconhecer nossos talentos. Infelizmente, porém, algumas empresas mais retrógradas não agem como se as pessoas que ali trabalham, fossem, de fato, o maior bem da empresa. Ora, é uma questão lógica! Para que uma empresa progrida, é necessário que ela produza, sejam produtos ou serviços. E, por mais que a tecnologia esteja a todo o vapor, essa infinidade de máquinas que toma conta das empresas vêm, única e exclusivamente, para aprimorar o trabalho humano, tornando-o mais ágil e próximo da perfeição. Afinal, por trás de uma grande máquina, há sempre um grande homem. </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt; text-align: justify;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Calibri;"><span style="mso-tab-count: 1;">                </span>É por saber da necessidade de reconhecer o trabalho de seus colaboradores, que surgiram, ao longo do tempo, uma série de leis e formas de defender os interesses dos trabalhadores. Mas, não são nesses méritos que pretendo entrar. E, sim, nas questões práticas do dia-dia, exatamente onde gestores pecam por não saber lidar direito com os pontos comportamentais e, consequentemente, com os preceitos para reconhecer os talentos de sua organização e nas consequências de suas tomadas de decisão. </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt; text-align: justify;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Calibri;"><span style="mso-tab-count: 1;">                </span>Essa questão que tomei como exemplo é apenas uma de tantas situações onde a empresa simplesmente apaga de seu chip de memória tudo o que um dia aquele profissional fez por ela. Demissões, às vezes, são extremamente necessárias. Porém, por que escolher, justamente, um profissional com tantos anos de prática naquilo que faz, que conhece cada código da cultura organizacional e que jamais deu um motivo sequer par ser cogitado a sair? Como empresário, reconheço que nenhuma empresa gosta de demitir. Pelo contrário, cortes só são feitos em último caso e, quando necessários, pesam-se inúmeras circunstâncias ao passo de escolher a melhor (ou pior, depende do ponto de vista) opção.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt; text-align: justify;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Calibri;"><span style="mso-tab-count: 1;">                </span>Atento para questões como favoritismos, puxa-saquismos, e outros “ismos” que fazem com que profissionais, às vezes não tão bons, que se tornam pupilos de seus chefes por, simplesmente, ceder a alguns de seus caprichos. Do que a empresa precisa, afinal? De profissionais que vivem pulando nos buracos que seus chefes pedem e deixando seus trabalhos de lado para atender a solicitações pessoais e, às vezes, absurdas; ou de pessoas com alto grau de comprometimento com a empresa, que exercem suas funções com maestria e que apresentam resultados reais à organização? Indigno-me ao ver que são esses primeiros (os bajuladores) que acabam vingando nas empresas. São essas pessoas que, na maioria das vezes, não são cogitadas para sair e que ganham os maiores salários das organizações.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt; text-align: justify;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Calibri;"><span style="mso-tab-count: 1;">                </span>Num tempo em que os talentos são cada vez mais cultuados e, aparentemente, reconhecidos pelo mercado, ainda há uma grande parcela que enfrenta esses problemas supracitados. E, infelizmente, a única forma de modificar essa mentalidade arcaica é, justamente, fazendo com que os gestores (os ruins, pois os bons já entendem isso) percebam que quanto mais priorizarem os profissionais medianos, que executam qualquer tipo de puxa-saquismos, menos terão profissionais realmente eficazes em suas equipes. O fato principal que impede que eles enxerguem isso é a visão deturpada do que é, realmente, um profissional eficiente. </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt; text-align: justify;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Calibri;"><span style="mso-tab-count: 1;">                </span>Por isso, aos gestores sugiro que reflitam um pouco sobre como estão reconhecendo os talentos caseiros. Verifiquem se estão os tratando e recompensando de forma satisfatória, pois, caso contrário, perderão, em breve, seus maiores tesouros: aqueles que realmente produzem algo de bom para a corporação. E, depois do leite derramado, será tarde para entender que as pessoas são insubstituíveis. O maior sofredor disso tudo, certamente, será a organização como um todo, desde o caixa da empresa, até os profissionais que ficam e observam as injustiças acontecerem uma atrás da outra.</span></span></p>
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		<title>Contrate gente inteligente</title>
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		<pubDate>Wed, 16 Jun 2010 14:49:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eloi Zanetti</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Artigos]]></category>

		<category><![CDATA[negócios]]></category>

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		<description><![CDATA[Quando fui diretor de comunicação do Bamerindus, vivia dizendo aos meus auxiliares: “É preciso mostrar que existe vida inteligente aqui na Rua Mauá, 33.” - endereço da sede da empresa. Era a minha maneira de estimular a equipe a pensar por conta própria e a não me trazer problemas que eles próprios deveriam resolver. Acredito [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Quando fui diretor de comunicação do Bamerindus, vivia dizendo aos meus auxiliares: “É preciso mostrar que existe vida inteligente aqui na Rua Mauá, 33.” - endereço da sede da empresa. Era a minha maneira de estimular a equipe a pensar por conta própria e a não me trazer problemas que eles próprios deveriam resolver. Acredito que a fórmula deu certo, os trabalhos realizados por aquela equipe repercutem até hoje e vejo muito dos meus antigos colaboradores em altos cargos empresariais. Mudei para O Boticário e carreguei o mesmo procedimento - “Precisamos provar que existe vida inteligente&#8230; blá, blá, blá.”</p>
<p>Esses dias, conversando com um empresário e sua diretora de RH, o assunto versou sobre recrutamento e seleção. Eles haviam chegado à seguinte conclusão: “Daqui para frente, só iremos contratar gente inteligente, do boy aos cargos de diretoria.” O presidente da empresa arrematou: “Não adianta o candidato chegar com muitos cursos, mestrado, pós-graduação e formação acadêmica no exterior que se ele não for inteligente, não entra.” Lembrei que na mesma empresa, um ano antes, num exercício em workshop percebi um funcionário, humilde, mas se destacando dos demais nos exercícios pela sua sagacidade na proposição e resolução de problemas. Perguntei a esse mesmo empresário, quem era aquele? - Ele me disse: “Um operário da linha de produção.” Rebati: “Fique de olho nele, esse cara é bom”.</p>
<p>Meses mais tarde fiquei sabendo que esse funcionário havia criado coragem e solicitado uma conversa com o presidente. Trazia uma série de ideias de como aumentar a eficiência do seu trabalho e setor e que não aguentava mais ficar ouvindo baboseira de projetos que não terminavam nunca, da refação de trabalhos e da sobreposição de tarefas. O presidente pacientemente ouviu as ideias, acho-as boas e mandou-o colocá-las em execução o que melhorou substancialmente o fluxograma da empresa trazendo economia de tempo e dinheiro. Hoje, este operário, ocupa um cargo melhor e desempenha bem o seu papel, apesar da sua carência de formação. Mas como homem inteligente, já se matriculou em uma faculdade. A empresa está ajudando. Ele percebeu que a inteligência sozinha não é nada, que o trabalho, sozinho, também não é nada, mas que somados podem tudo.</p>
<p>O que muitas vezes acontece, não é a falta de inteligência, mas a preguiça de pensar e o fato de não querer trazer para o ambiente empresarial toda a potencialidade que se possui. O colaborador pode ser inteligente e criativo fora da empresa, nas na hora das trocas de salário por capacidade fica no débito. Muitas vezes a culpa é da própria empresa que só faz travar o processo criativo e o livre pensar do seus funcionários. Ambiente em que só os diretores e gerentes podem ter ideias está condenado a ter poucas e péssimas. O pensar e o agir criativo é que fazem as coisas.</p>
<p>Gente inteligente gosta de trabalhar com outros da mesma espécie. É estimulante e desafiante fazer parte de uma equipe que sabe pensar. A turma pode ser altamente competitiva, mas vibra quando as boas ideias aparecem. É assim que se formaram as grandes equipes criativas, aquelas que mudaram o mundo. Um inteligente foi atraindo o outro, que foi atraindo o outro e em breve o ambiente estava brilhando e carregado de boas energias. Quer melhor exemplo do que a turma do Steve Jobs? Faça como a Apple e como esse meu cliente - pense diferente - só contrate gente inteligente.</p>
<p>E já que estamos em tempos de futebol, o que um time precisa é de jogadores pensadores e não de carregadores de bola. Aproveite a Copa e observe os craques jogando, eles param por milésimos de segundos, pensam e só depois é que disparam seus passes ou chutam em direção ao gol. Craque é craque porque sabe pensar.</p>
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		<title>Especialista revela estratégias para rentabilizar os esforços de marketing</title>
		<link>http://www.advbpr.com.br/blog/especialista-revela-estrategias-para-rentabilizar-os-esforcos-de-marketing/</link>
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		<pubDate>Fri, 28 May 2010 19:20:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Eventos]]></category>

		<category><![CDATA[Estrela da Manhã]]></category>

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		<description><![CDATA[Francesc Delgado comprova porque é considerado um verdadeiro &#8220;craque&#8221; na definição de estratégias para conquistar a preferência dos consumidores.
O espanhol Francesc Delgado, professor e Mestre em Marketing e Administração pela ESADE Business School, uma das mais conceituadas escolas de negócios do mundo, foi o convidado da segunda edição do Estrela da Manhã neste ano, realizado [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Francesc Delgado comprova porque é considerado um verdadeiro &#8220;craque&#8221; na definição de estratégias para conquistar a preferência dos consumidores.</strong></p>
<p>O espanhol Francesc Delgado, professor e Mestre em Marketing e Administração pela ESADE Business School, uma das mais conceituadas escolas de negócios do mundo, foi o convidado da segunda edição do Estrela da Manhã neste ano, realizado pela ADVB-PR (Associação dos Dirigentes de Vendas e Marketing do Brasil - Seção Paraná). O evento aconteceu na quinta-feira, dia 27, no Hotel Pestana, em Curitiba.</p>
<p>O especialista veio diretamente da Espanha para falar sobre o tema “Vantagem competitiva ou argumento publicitário?”, descrevendo as diretrizes corporativas que orientam a definição sobre o posicionamento de mercado, seus diferenciais e como utilizar os argumentos publicitários de forma estratégica para que a marca ganhe a confiança do consumidor, resultando em uma vantagem competitiva sustentável. Delgado falou também sobre a importância de não criar falsas expectativas em relação aos produtos e serviços, e sim garantir o cumprimento dos  atributos reconhecidos pelo consumidor.</p>
<p>Além de falar do marketing estratégico, o palestrante mostrou-se criativo e irreverente, fazendo analogia ao material promocional sobre sua participação no Estrela da Manhã  - “No ano de Copa, convocamos um espanhol que bate um bolão” - tirou o casaco que estava usando e revelou a camisa do time que é torcedor, o Barcelona.</p>
<p>O &#8220;craque&#8221; do marketing estratégico é professor colaborador do Departamento de Direção de Marketing da ESADE Business School. Graduado em Administração e Direção de Empresas, Mestre em Direção de Marketing e Mestre em Direção e Administração de Empresas pela ESADE. Delgado também é consultor e membro de conselhos de administração de diversas empresas na Europa.</p>

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		<title>Marketing Estratégico em pauta no Estrela da Manhã</title>
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		<pubDate>Tue, 18 May 2010 19:00:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Eventos]]></category>

		<category><![CDATA[Estrela da Manhã]]></category>

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		<description><![CDATA[A próxima edição do Estrela da Manhã, promovido pela ADVB-PR (Associação dos Dirigentes de Vendas e Marketing do Brasil - Seção Paraná), recebe diretamente da Espanha o especialista em Marketing Estratégico, Francesc Delgado, professor e Mestre em Marketing e Administração pela ESADE Business School, uma das mais conceituadas escolas de negócios do mundo, no próximo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: left;">A próxima edição do Estrela da Manhã, promovido pela ADVB-PR (Associação dos Dirigentes de Vendas e Marketing do Brasil - Seção Paraná), recebe diretamente da Espanha o especialista em Marketing Estratégico, Francesc Delgado, professor e Mestre em Marketing e Administração pela ESADE Business School, uma das mais conceituadas escolas de negócios do mundo, no próximo dia 27 de maio, a partir das 8h, no hotel Pestana, em Curitiba.</p>
<p>Com o tema,<em> “Vantagem competitiva ou argumento publicitário?”</em>, Delgado irá discorrer sobre os atributos de marcas e produtos que influenciam na escolha dos consumidores, entre tantas as opções disponíveis no mercado. Dono de uma ampla experiência, o especialista traz na bagagem cases sobre como utilizar as ferramentas de marketing para se diferenciar na mente do consumidor.</p>
<p>As vagas para o Estrela da Manhã são limitadas.</p>
<p><strong>Serviço:</strong><br />
Estrela da Manhã com Francesc Delgado<br />
Quando: 27 de maio, da 8 às 9h30<br />
Onde: Hotel Pestana - Rua Comendador Araújo, 499 - Centro<br />
Informações: 41 3085.3124 ou <a href="mailto:advbpr@advbpr.com.br" target="_blank">advbpr@advbpr.com.br</a><br />
Ingressos: R$ 35 para associados e R$ 50 para não-associados</p>
<p><strong>Mais sobre o palestrante:</strong><br />
Francesc Delgado é professor colaborador do Departamento de Direção de Marketing da ESADE Business School. Graduado em Administração e Direção de Empresas, Mestre em Direção de marketing e Mestre em Direção e Administração de Empresas pela ESADE. Consultor e membro de conselhos de administração de diversas empresas.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="size-full wp-image-511 aligncenter" title="prof_esade" src="http://www.advbpr.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/05/prof_esade.jpg" alt="prof_esade" width="255" height="216" /></p>
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		<title>Vou jogar fora meus livros de marketing</title>
		<link>http://www.advbpr.com.br/blog/vou-jogar-fora-meus-livros-de-marketing/</link>
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		<pubDate>Mon, 10 May 2010 15:21:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eloi Zanetti</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Artigos]]></category>

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		<description><![CDATA[Trabalho com marketing, vendas e comunicação desde 1968 - vi as coisas acontecerem - me considero um dinossauro da espécie. Hoje, por mais que tente atualizar-me, sou surpreendido pela velocidade das mudanças, principalmente, as motivadas pelos meios digitais.
Estes dias precisava organizar uma apresentação para um cliente da área  de adubos agrícolas. Na preparação, comecei a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Trabalho com marketing, vendas e comunicação desde 1968 - vi as coisas acontecerem - me considero um dinossauro da espécie. Hoje, por mais que tente atualizar-me, sou surpreendido pela velocidade das mudanças, principalmente, as motivadas pelos meios digitais.</p>
<p>Estes dias precisava organizar uma apresentação para um cliente da área  de adubos agrícolas. Na preparação, comecei a elaborar o esqueleto da palestra: tipos de clientes, maneiras de  abordagem para cada um, detalhes sobre o comportamento dos compradores e dos formatos específicos de negociação para a área.</p>
<p>Não sigo a linha acadêmica, quase tudo que faço é do meu jeito e estilo. Experiência de vida e prática de mercado dirigem meus passos. Mas, dessa vez, o trabalho emperrou. Rendi-me à academia e, como no programa do Silvio Santos, pedi auxílio aos universitários - fui aos meus livros de marketing. E, à medida que os folheava, percebi que haviam ficado velhos, que não serviam mais, viraram peças de museu. Foi um choque descobrir que livros importantes e inovadores para mim, em determinadas épocas, se esfacelavam frente às novas tecnologias, comportamentos e ferramentas de comunicação.</p>
<p>Gente como eu, da geração baby boomers, nascidos após a Segunda Guerra,  sente dificuldade em acompanhar e lidar com  as novas formas de comunicação:, Orkut, Twitter, Facebook, Podcast, Bluetooth, SMS, MMS e aquelas que estão sendo inventadas ainda esta semana. Participar das chamadas redes sociais e entender os processos das convergências de mídia são outros problemas. Por mais que pesquise, para me manter atualizado sobre o assunto, participando de palestras, encontros, seminários e lendo matérias em jornais, revistas e na própria WEB, é difícil acompanhar o ritmo. Para os nascidos na geração Y, já dentro do contexto digital, é muito mais fácil pensar e viver o novo meio. E pensar que foram os da minha geração que inventaram tudo isto.</p>
<p>Como um náufrago que tenta chegar a uma tábua de salvação, e a afasta com suas braçadas ao criar ondas, quanto mais quero acompanhar a comunicação contemporânea mais ela se afasta de mim. Já imaginou se eu ficasse parado?  Esses dias, outro choque. Ouvi uma moça dizer: “Já estou velha demais para trabalhar em agência de propaganda”. Levei um susto. Ela só tinha 34 anos. Conversando com amigos sobre o fato, disseram: “Ela tem razão, está velha demais para isso.” Que fazer com os meus 63 anos? Hoje, tudo que sei é que nada sei. Frase bem antiga, não? Sócrates (469/399 a.C).</p>
<p>Por outro lado, a necessidade de conteúdo prático e sintetizado é enorme, bem como a elaboração de estratégias comerciais bem estruturadas. Tarefas que os jovens pouco dominam em se tratando de ambiente corporativo e ações de negócios. Escuto-os falar sobre a necessidade de criar boas histórias para suas abordagens nos trabalhos de transmídia, convergência e construção de redes sociais. Dizem que sem uma boa história a coisa não começa, e chamam a isso de storytelling. É justamente nesse ponto que aparecem os diferenciais da minha geração. Temos mais histórias para contar do que eles e, se não souber de uma, criamos, inventamos e sabemos onde buscá-las. Construir metáforas é com a gente mesmo.</p>
<p>No meio de tantas mudanças uma coisa é certa: nós, mais velhos, não precisamos ter medo da complexidade porque, no final das contas, ela não é tão complexa assim. Mudou a maneira de nós humanos nos comunicarmos, mas não mudou nossa essência. Continuamos vaidosos, egoístas, desejamos status, vantagens e buscamos a eterna juventude. Um prato cheio para quem trabalha com marketing. Mudam-se os tempos, mudam-se os costumes.</p>
<p>Os velhos livros de marketing - pode contar dez anos para dá-los como desatualizados - ficaram obsoletos porque os meios de comunicação exigem novas estratégias e as ferramentas oferecidas pela tecnologia da computação mudam muito mais rápido do que as técnicas do marketing. O meu consolo é que de tudo resta um pouco. Livros de marketing, agora só no sistema Kindle.</p>
<p>Eloi  Zanetti - especialista em marketing e comunicação corporativa <a href="maito:eloi@eloizanetti.com.br " target="_blank">eloi@eloizanetti.com.br </a></p>
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		<title>Aprenda a dizer não</title>
		<link>http://www.advbpr.com.br/blog/aprenda-a-dizer-nao/</link>
		<comments>http://www.advbpr.com.br/blog/aprenda-a-dizer-nao/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 20 Apr 2010 14:09:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bernt Entschev</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

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		<description><![CDATA[
É difícil, sim, concordo plenamente. Uma palavrinha tão pequena que pode causar efeitos tão devastadores da imagem de uma pessoa. Dizer “não” é uma atitude que requer cuidado, pois está diretamente ligado à reprovação de alguém em relação a alguma coisa. Pode ser pela discordância de pensamentos, ou pela impossibilidade de atender o solicitado. Independente [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal" align="center">
<p class="MsoNormal">É difícil, sim, concordo plenamente. Uma palavrinha tão pequena que pode causar efeitos tão devastadores da imagem de uma pessoa. Dizer “não” é uma atitude que requer cuidado, pois está diretamente ligado à reprovação de alguém em relação a alguma coisa. Pode ser pela discordância de pensamentos, ou pela impossibilidade de atender o solicitado. Independente de qual é o motivo, recusar alguma coisa implica certos cuidados que devemos tomar, pensando na prudência de nossas<span> </span>ações.</p>
<p class="MsoNormal"><span> </span>No ambiente profissional, onde pessoas estão ali para desempenhar alguma função, isso se torna ainda mais delicado. Ora, se você foi contratado para servir a empresa, até onde<span> </span>você pode recusar um pedido de uma colega e, quem sabe, de um chefe? Pois, engana-se quem pensa que, por ser funcionário de uma companhia, é dever do profissional acatar tudo que lhe é solicitado. Pelo contrário, é preciso ficar claro os papeis de cada um dentro da organização, para que não haja ruídos na hora de delegar atividades. Afinal de contas, nem tudo é aceitável e executável, principalmente quando se trata de capacidades técnicas que uns dominam e outros não.</p>
<p class="MsoNormal"><span> </span>Definido quem faz o quê na organização fica mais fácil decidir o que você pode atender. Confesso que em algumas empresas, a maioria delas talvez, há um sério problema entre os funcionários, o da terceirização de atividades. Acontece que alguns profissionais, quando recebem a orientação de desempenhar alguma atividade que não lhes agrada muito, tendem a pensar, quase que instintivamente, em quem seria o colega mais próximo capaz de absorver tal atividade. Com isso, pedem como favores, ou simplesmente transferem a responsabilidade, para pessoas incapazes de recusar quaisquer pedidos.</p>
<p class="MsoNormal"><span> </span>E o que é pior, essas pessoas que recebem atividades alheias para desempenhar, muitas vezes atrasam suas próprias entregas em função disso. Por isso, é para essas pessoas que falo hoje: Diga não sempre que necessário.</p>
<p class="MsoNormal"><span> </span>Porém, antes de disparar um monte de “nãos” por ai, recomendo alguns cuidados:</p>
<p class="MsoNormal"><span> </span>Ao solicitarem algum favor a você, avalie o contexto da situação. Será que é realmente um favor ou é algo que condiz com o escopo de suas funções? Seria muito desagradável se você se negasse a fazer algo que esperam que você faça. Por exemplo, se você foi contratado para cuidar das finanças da empresa, fica muito estranho se você disser não às tarefas pertinentes a essa função. Veja, quem paga as contas é a área de contas a pagar. Não há porque esperar que as demais áreas da empresa se responsabilizem em lhe dizer que dia vence o quê. Porém, se for algo que realmente não está dentro de suas funções e que atrapalhará seu desempenho, não hesite em negar.</p>
<p class="MsoNormal"><span> </span>Da mesma forma, se disser um “não”, esteja preparado para explicar o porquê da negativa. É preciso estar seguro de suas decisões. Ao recusar uma atividade profissional, é fundamental que você esteja bem embasado, senão pode passar uma imagem de que está com má vontade para ajudar ou que não é suficientemente competente para abraçar algum projeto. Uma pessoa que consegue explicar e convencer que não fará alguma coisa por esse ou aquele motivo, consegue se posicionar de forma madura, passando uma impressão de segurança e responsabilidade com as atividades que exerce.</p>
<p class="MsoNormal"><span> </span>Em contrapartida, as pessoas que raramente negam os pedidos de colegas, mostram-se pessoas disponíveis. Há dois tipos de interpretação para essas pessoas: a de uma pessoa acessível, que sempre está pronta para ajudar; e a de uma pessoa que está com tempo livre suficiente para prestar favores aos outros.</p>
<p class="MsoNormal"><span> </span>A palavra “não” por si só já tem um peso muito grande. Por isso, é preciso ser delicado ao dizê-la. Não é porque você negará alguma coisa, que tem que fazer isso de forma grosseira, utilizando a oportunidade para atacar as pessoas. Pelo contrário, é momento ideal para mostrar comprometimento com a empresa e entregar, junto com um “não”, a solução para o problema em questão. Você pode até não fazer o que foi solicitado, mas pode achar a maneira de resolver e fazer com que ela seja feita, de uma forma ou de outra.</p>
<p class="MsoNormal"><span> </span>E, por fim, sugiro que seja sempre flexível. Será que você realmente não pode fazer o que te pediram? Será que não é um pouco de má vontade sua, ou de mau gerenciamento do tempo? Aceite que nem todo mundo gosta de você, mas não é por isso que você deve sair por ai recusando seus préstimos.</p>
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		<title>Fale para qualquer pessoa</title>
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		<pubDate>Mon, 22 Mar 2010 13:24:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bernt Entschev</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Artigos]]></category>

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		<description><![CDATA[
Concordo que falar em público pode não ser uma das tarefas mais fáceis do mundo para algumas pessoas. Enfrentar um grande número de pessoas para discorrer sobre um determinado assunto, muitas vezes amedronta profissionais de diferentes níveis hierárquicos e culturais. Mas, na verdade, falar em público é quase o mesmo que dirigir, no começo titubeia [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal">
<p class="MsoNormal">Concordo que falar em público pode não ser uma das tarefas mais fáceis do mundo para algumas pessoas. Enfrentar um grande número de pessoas para discorrer sobre um determinado assunto, muitas vezes amedronta profissionais<span> </span>de diferentes níveis hierárquicos e culturais. Mas, na verdade, falar em público é quase o mesmo que dirigir, no começo titubeia um pouco, a insegurança bate, algumas coisas passam despercebidas e, vez ou outra, até acontece algum acidente. Mas, quanto mais você pratica, mais e mais fica bom, o que também não significa que está isento de imprevistos e “acidentes”.</p>
<p class="MsoNormal"><span> </span>A ideia hoje é conscientizar a todos sobre duas questões: a primeira é sobre a importância de uma comunicação coerente, segura e bem embasada; e a segunda sobre a possibilidade de qualquer pessoa poder falar tão bem quanto um apresentador de TV com anos de experiência. O princípio do sucesso na oratória é dominar o assunto e entender que se você está ali pra falar é porque, possivelmente, é a pessoa mais indicada para executar tal feito.</p>
<p class="MsoNormal"><span> </span>Por isso, arrisco-me a deixar algumas dicas que eu mesmo sigo em minhas palestras. Seguindo-as, você será capaz de enfrentar qualquer público, desde um discurso num almoço de domingo junto aos familiares até uma plateia de quantas pessoas você puder imaginar. Afinal, o número de espectadores não fará mais diferença a partir do momento em que você entender que, se domina o assunto, não há porque hesitar em explanar suas ideias.</p>
<p class="MsoNormal"><strong>Esteja por dentro do contexto</strong></p>
<p class="MsoNormal"><strong><span> </span></strong>Se você vai presidir uma reunião ou ministrar uma palestra, é fundamental que esteja com o assunto abordado na ponta da língua. Prepare-se antes de falar, leia diferentes opiniões sobre o assunto, especule, entenda novos pontos de vista e identifique as possíveis argumentações que possam surgir. É muito comum que, após sua apresentação, alguns participantes questionem<span> </span>sua opinião a respeito de assuntos condizentes ao explanado por você. É preciso estar com as respostas afinadas.</p>
<p class="MsoNormal"><strong>Conheça seu público</strong></p>
<p class="MsoNormal"><span> </span>Nada pior que profissionais que não utilizam a mesma linguagem que seus interlocutores. Antes de qualquer apresentação, chegue mais cedo para se ambientar e dispense alguns minutos para trocar algumas ideias com as pessoas que o assistirão. Assim, poderá entender um pouco melhor se deve utilizar algumas expressões. Por exemplo, quando falo de desenvolvimento profissional, jamais utilizo a mesma abordagem para executivos e estudantes. O tema pode até interessar a ambos os públicos, mas a forma de passá-lo nunca deve ser a mesma, senão não será interessante para nenhum deles. Essa regra vale para os cuidados com siglas, estrangeirismos, palavras rebuscadas e características de uma determinada profissão. Quanto mais simples for, mais fácil de ser compreendido será. Lembre-se, nem todos dominam o mesmo vocabulário que você.</p>
<p class="MsoNormal"><strong>Prepare um roteiro</strong></p>
<p class="MsoNormal"><span> </span>Se for para uma reunião, pode ser apenas uma lista com sequência lógica de assuntos, se for uma palestra, uma apresentação de Power Point bem montada e elucidativa. O cuidado, nesses casos, deve ser redobrado com expressões e frases. Os tópicos devem servir como norteador do que você irá dizer e não uma cópia fiel do que falará. Não existe coisa mais chata que assistir a uma palestra onde a pessoa apenas lê o que está escrito na apresentação sem dissertar sobre o assunto. É importante ficar atento ao timbre vocal, às “piadinhas” para prender a atenção do público (cuidado com frases de duplo sentido ou com teor preconceituoso) e ao tempo da conversa. Não há ser humano que aguente prestar atenção por muito tempo num mesmo assunto, por mais que ele esteja interessante.</p>
<p class="MsoNormal"><strong>Atenção às discordâncias</strong></p>
<p class="MsoNormal"><span> </span>Defenda seu ponto de vista, mesmo que alguém discorde. A partir do momento em que existem divergências de opiniões, é preciso estar preparado para argumentar em defesa da sua. O meio termo é o ideal. Mantenha o seu ponto (se abrir mão, pode cair em descrédito), porém pondere sobre os demais julgamentos. E, o principal, não perca a cabeça ao tentar defender suas apreciações. Evite a queda de braço, não o levará em lugar algum. Assim como você tenta defender a sua, os outros também têm o mesmo direito.</p>
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