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Executivo reforça que a inovação deve permear todas as áreas de uma empresa e empreendedorismo também deve ser característica de executivos de grandes corporações.
“Nada substitui o interesse genuíno por pessoas”. Com esta frase o presidente da Microsoft Brasil, Michel Levy, encerrou a palestra sobre inovação e empreendedorismo no evento Estrela da Manhã da ADVB-PR (Associação de Dirigentes de Vendas do Brasil - seção Paraná), realizado na última quinta-feira (19), no Hotel Bourbon, em Curitiba. Uma colocação interessante, principalmente quando originada por um líder de uma das maiores empresas de tecnologia do mundo.
A afirmação de Levy se deve ao fato de que, apesar de atuar fortemente com tecnologia e processos modernos de administração, o executivo destina em média 28% de seu tempo para a gestão de talentos. “Numa estrutura organizacional moderna é possível substituir a hierarquia pelo relacionamento, tornando o coaching e o alinhamento das expectativas de todos os colaboradores, pontos fundamentais para a geração dos resultados esperados pelos acionistas”, declara.
Segundo o executivo, para se ter êxito na conquista dos objetivos é importante também que a empresa passe a atuar em rede, construindo alianças sólidas em toda a cadeia de valor e estimulando a gestão colaborativa. “Na construção de uma postura de liderança contemporânea deve-se pensar globalmente, buscar parceiros, dominar a gestão de pessoas e, principalmente, saber correr riscos”, declara Levy.
Inovação - O presidente da Microsoft Brasil iniciou a palestra dizendo que “inovar é romper a fronteira do conhecido e se preparar para o futuro”. As palavras do executivo se referem principalmente a necessidade da rápida atualização dos processos internos da organização devido a velocidade das mudanças do mercado. “A inovação deve permear todas as áreas da empresa, e isto deve ser estimulado entre as pessoas, com a valorização das boas idéias, e transferido para os processos, sempre levando em consideração os objetivos propostos no planejamento”, reforça.
Empreendedorismo - Durante a palestra, o presidente da Microsoft declarou também que empreender é correr riscos. “Aquele que corre riscos inteligentes, mesmo não obtendo total sucesso, é reconhecido”, afirma.
Para Levy, a característica de empreendedorismo deve estar presente também no executivo de uma corporação, e não apenas nos empresários de médias e pequenas empresas. “É fundamental sempre pensar grande, nunca desistir, saber correr riscos e aprender a lidar com os fracassos. Conceitos básicos mas que são comprovados”, finaliza.
Michel Levy - Formado em engenharia civil pela Universidade de São Paulo - USP, e mestre pela Universidade de Stanford (EUA), Levy acumula longa experiência nas indústrias de tecnologia e de telecomunicações. Antes de ser nomeado presidente da Microsoft Brasil, em outubro de 2006, Levy ocupava a posição de COO da TIM.
A próxima edição do Estrela da Manhã ADVB-PR acontece no dia 15 de setembro e contará com a presença Herlander Zola, gerente de marketing Volkswagen do Brasil.
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O Workshop de Marcas da ADVB-PR demonstrou como o mercado está mensurando o valor das marcas, como elas se comportam no universo digital e durante um processo de internacionalização.
As marcas fazem parte do cotidiano, para todos os lados que se olha elas estão ali, e foram escolhidas por alguém na hora da compra. As pessoas vivem com milhares delas, desde situações simples como o momento em que acorda e olha para o relógio até decisões mais complexas, como escolher qual delas irá ser mantida no mercado após uma fusão bilionária.
Mas se elas estão em praticamente todas as decisões do dia a dia, o que as diferencia? Estas e outras questões foram respondidas no segundo Workshop de Marcas realizado pela ADVB-PR (Associação dos Dirigentes de Vendas e Marketing do Brasil - Seção Paraná), na última quinta-feira (12), em Curitiba.
Para desenvolver o tema o evento trouxe três profissionais que apresentaram experiências complementares, sobre o que acontece com a marca em três situações diferentes, na valorização, no universo digital e na internacionalização.
Eduardo Tomiya, sócio-proprietário da Brand Analytics, mostrou que atualmente o mercado de capitais tem dado mais valor a este ativo intangível que é a marca. “Percebemos em recentes fusões que o verdadeiro valor da operação não estava no contábil, mas no valor intangível das marcas”, declara. Segundo Tomyia, a partir daí o grande desafio dos profissionais de marketing e comunicação está em obter métricas eficientes de mensuração do ROI – Retorno sobre Investimento – para comprovar aos acionistas o que está sendo agregado de valor ao negócio.
Algumas premissas ainda são básicas neste processo, quando comprovado que um cliente leal consome 10 vezes mais que os demais. “A marca sempre foi muito avaliada com um olhar interno – como identidade de sua empresa, mas o real valor está na percepção do consumidor, resultante de experiências, impressões e sentimentos vividos em relação ao que entrega determinada empresa, produto ou serviço”, reforça.
Universo digital - Neste contexto, o especialista em marketing digital Pyr Marcondes, diretor do Grupo Proxxima, do Grupo Meio & Mensagem, reforçou que as marcas estão se tornando propriedade dos consumidores. “As redes sociais são uma prova disso, quando qualquer pessoa é capaz de iniciar um movimento que irá valorizar uma marca ou influir negativamente na sua imagem”, diz.
Marcondes sempre mostra, em suas apresentações, alguns exemplos de como isto está se tornando uma realidade nas empresas, e as dificuldades que vivem as marcas neste processo de compartilhamento da identidade. “Algumas marcas já entendem que a conversa na web é com os diferentes segmentos e que visam engajar o consumidor e não conquistá-lo, e que ações inovadoras são sempre bem-vindas em um meio que ainda estão todos aprendendo, e que muda a cada dia como a web”, afirma.
Internacionalização - O comportamento das marcas da Petrobras no processo de internacionalização foi o tema que encerrou esta edição do Workshop de Marcas da ADVB-PR. O gerente de imagem corporativa e marcas da empresa, Eduardo Felberg, baseou sua explanação em alguns pontos fundamentais que devem ser respeitados na entrada da marca em países estrangeiros.
“O respeito a cultura de cada país auxilia a criar um elo de conexão com as tradições, o respeito a realidade política, minimiza alguns impactos dom início da operação, o respeito ao idioma, elimina problemas de interpretação do significado da sua marca”, citou como exemplos.
Para Felberg, mesmo uma estrutura com gestão centralizada e uma estratégia de marcas definida como a Petrobras enfrenta muitos obstáculos no processo de internacionalização. “São muitos detalhes que devem ser levados em conta, pois cada mercado responde de forma diferente ao resultado de uma aquisição de empresa local ou troca de marcas” , revela. Neste processo, o executivo atenta para a realização de ações que valorizem os atributos da marca no mercado local, como qualidade e inovação, já no início da operação.
“Na entrada em alguns mercados, como a Argentina, tivemos que melhorar a qualidade de alguns produtos locais, porém mantendo manter a marca tradicional, até clube de futebol do presidente do País patrocinamos”, finaliza.
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Convidado pela ADVB-PR, Michel Levy fará palestra em Curitiba sobre inovação e empreendedorismo.
A ADVB-PR (Associação dos Dirigentes de Vendas e Marketing do Brasil – Seção Paraná) volta a cumprir seu papel de promover discussões relevantes sobre gestão e mercado trazendo para Curitiba o presidente da Microsoft Brasil, Michel Levy. O executivo é o convidado da próxima edição do Estrela da Manhã.
O tema da apresentação, que acontecerá no dia 19 de agosto no Hotel Bourbon, será “Inovação e Empreendedorismo – Reflexões para Futuros Líderes”. Formado em engenharia civil pela Universidade de São Paulo, USP, e mestre pela Universidade de Stanford (EUA), Levy acumula longa experiência nas indústrias de tecnologia e de telecomunicações. Antes de ser nomeado presidente da Microsoft Brasil, em outubro de 2006, Levy ocupava a posição de COO da TIM.
O Estrela da Manhã tem um formato diferenciado, com início às 8 horas e término às 9h30. “Começamos o evento com um café da manhã, seguido pela palestra, que tem, no máximo, uma hora de duração. Assim, proporcionamos uma oportunidade de debate e reflexão com grandes executivos de maneira dinâmica, num horário tranquilo. É uma ótima maneira de começar o dia”, destaca o presidente da ADVB-PR, Rodrigo Florenzano.
Serviço:
Estrela da Manhã com Michel Levy
Tema: Inovação e Empreendedorismo – Reflexões para Futuros Líderes
Dia – 19 de agosto, das 8h às 9h30
Local – Hotel Bourbon – R. Cândido Lopes, 102 – Centro – Curitiba – PR
Informações: (41) 3085-3124 ou advbpr@advbpr.com.br
Convites: R$ 35,00 para associados ADVB-PR e R$ 50,00 para não-sócios
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A segunda edição do Workshop de Marcas ADVB acontece no próximo dia 12. O evento contará com presença dos principais nomes da área no Brasil.
No dia 12 de agosto, a ADVB-PR (Associação dos Dirigentes de Vendas e Marketing do Brasil – Seção Paraná) realiza a segunda edição do Workshop de Marcas. O evento acontecerá no Estação Embratel Convention Center, em Curitiba. Para debater o tema, a instituição está trazendo o sócio-fundador da Brand Analytics Consultoria de Marca, Eduardo Tomiya, o diretor do Grupo Proxxima (Meio & Mensagem), Pyr Marcondes, e o gerente de imagem corporativa e marcas da Petrobras, Eduardo Felberg.
Após o sucesso da edição de 2009, a instituição quer aprofundar ainda mais o debate dobre o assunto, utilizando como mote “a diferença entre as marcas e as marcas de sucesso”. Entre os temas abordados estarão “Valor de Marcas”, “Gestão de Marcas no Mundo Digital” e “Desafios da Internalização”.
Para o presidente da ADVB-PR, Rodrigo Florenzano, este é um dos temas mais relevantes da comunicação e do marketing atualmente. “A gestão das marcas pode determinar o sucesso ou o fracasso de uma empresa. Durante o evento vamos discutir como alcançar objetivos fazendo uso de uma gestão estratégica e adequada de marca”, destaca.
Cada palestra vai durar cerca de uma hora. Ao final do evento será servido um almoço, com o objetivo de promover “networking” entre os participantes. As vagas são limitadas e os ingressos custam R$ 35,00 para associados da ADVB e R$ 70,00 para não-associados.
Programação:
8h – Welcome Coffee
9h – Palestra “Valor das Marcas”, com Eduardo Tomiya;
10h – Palestra “Gestão de Marcas no Mundo Digital”, com Pyr Marcondes;
11h – Palestra “Desafios da Internalização e Impacto na Gestão da Marca Petrobras”, com Eduardo Felberg
12h30 – Almoço de encerramento
Serviço:
Dia – 12 de agosto, a partir das 8h
Local – Estação Business School – R. Sete de Setembro, 2.775 - Centro
Informações: (41) 3085-3124 ou advbpr@advbpr.com.br
Ingressos: R$ 35,00 para associados e R$ 70,00 para não-associados

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Assunto polêmico, porém de grande importância, são as questões que envolvem as demissões por justa causa. A verdade é que há muitos profissionais que acreditam que, por a lei quase sempre pender favoravelmente para o empregado, podem fazer o que bem entender dentro da organização. Mas, não é bem assim. A Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), quando iniciou sua vigência, tinha a intenção de trazer para o trabalhador alguns direitos capazes de respaldá-los para uma melhor vida profissional. Mas não dá pra viver só de flores e a CLT também definiu uma série de deveres aos trabalhadores, dentre elas as proibições que configuram uma demissão por justa causa.
Posso citar aqui quais são elas, porém acredito que o mais importante não sejam as proibições em si, mas o efeito devastador que elas ocasionam na carreira de qualquer profissional. Por isso, apego-me às questões de manutenção de imagem e preocupação com o desenvolvimento profissional, aspectos fundamentais para o sucesso. Afinal, qual é o profissional que quer ser conhecido no seu campo de atuação como aquele que vai trabalhar bêbado e que não pode ver um “rabo de saia”?
Não é novidade pra ninguém, por exemplo, que furtos, agressões físicas e verbais, dentre outras atitudes incompatíveis com a ética e moral, podem resultar em prisão para as pessoas que as executam. E, obviamente, a demissão por justa causa é inevitável. Porém, alguns profissionais insistem em cometer atos aparentemente inocentes, sem pensar nas consequências disso ao longo de anos.
Um exemplo disso é aquela pessoa que vive se envolvendo emocionalmente com seus colegas de trabalho. Quando a empresa permite e quando a própria pessoa “assediada” não se importa, tudo bem. O problema é quando esse costume vai além dos padrões estipulados pelas empresas e, o pior, quando esse profissional migra para outra organização que não aceita esse tipo de conduta entre seus funcionários e já acostumado com manias antigas, acaba cometendo os mesmos erros. Infelizmente a marca da pessoa fica e em seu novo emprego acaba sendo taxado e prejulgado pelas outras coisas que já cometeu.
O mesmo vale, e se agrava, para o demitido por justa causa. Seja lá qual for o motivo dessa demissão, e por menos grave que ela seja, a rotulação o seguirá por toda a sua carreira. Seus futuros empregadores saberão dos motivos pelos quais ele fora demitido em certa ocasião e ficarão de olho em suas atitudes de forma redobrada. E, o que considero ainda pior, algumas pessoas desconfiarão de suas atitudes, mesmo que sua pretensão seja não repetir os erros do passado.
Por isso, a minha recomendação é o máximo de disciplina possível. Lembre-se, você está em seu ambiente de trabalho e não em casa, por isso, as regras que valem são as da organização e não as suas. O máximo de cautela ainda é muito pouco. Cuidar com a forma de tratar aos colegas, deixar as brincadeiras para hora e local adequado, evitar se envolver emocionalmente com outros funcionários e respeitar os segredos da empresa, são algumas das precauções que todos devem tomar para evitar que a empresa tenha subsídios para lhe demitir justamente.
Se pararmos para pensar, são atitudes que dizem respeito, em sua maioria, aos bons modos e costumes. Muitos dos atos considerados como justa causa são muito mais condizentes com educação do que qualquer outra coisa.
Em contrapartida, os gestores que enfrentam esse tipo de problema, precisam ficar atentos a essas infrações. Muitas vezes, passamos informações erradas aos nossos colaboradores, simplesmente pela nossa forma de agir, e deixamos com que eles se sintam à vontade para cometer tais feitos. Por isso, é prudente ter cuidado com os sinais que passamos aos nossos subordinados. Dar o bom exemplo é o primeiro passo para evitar algumas situações desagradáveis. E se mesmo sendo modelo, não adiantar, a melhor forma de alertá-lo sobre sua má conduta é conversando reservadamente, com calma e escolhendo bem as palavras. Como citei anteriormente, as leis estão quase sempre mais pendentes para os empregados. Se eles erram, e o superior abusa do seu poder para corrigi-los, o feitiço pode virar contra o feiticeiro.
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